Tecnologia
Aplicativo ajuda advogados de família a automatizar questões não jurídicas de clientes
Os Nossos permite que pais comuniquem-se e tomem decisões conjuntas sobre os filhos
O divórcio e a separação podem ser desafiadores, principalmente quando se trata de coparentalidade. A guarda compartilhada pressupõe que os pais precisem tomar decisões conjuntas em relação aos filhos, mas as dificuldades na comunicação, motivadas por rusgas entre o casal, frequentemente impedem que um queira conversar com o outro após o fim do relacionamento. A consequência disso é que os advogados acabam se tornando secretários ou mensageiros de seus clientes, sendo acionados o tempo todo para mediar conflitos. Com o objetivo de resolver esse problema, a advogada de família Dora Awad, juntamente com seus sócios, criou o aplicativo Os Nossos.
O aplicativo é uma ferramenta projetada para advogados de família automatizarem questões não jurídicas de seus clientes, permitindo que eles próprios tomem as decisões sobre a rotina e questões do dia a dia dos filhos, como as trocas de fim de semana ou o rateio de despesas.
“Queremos que os profissionais do direito exerçam um trabalho mais intelectual e evitem gastar tempo com a gestão da rotina e brigas de casais. Com o aplicativo, eles conseguem dedicar mais tempo para assuntos que são realmente jurídicos, como cálculo de pensões, recursos em tribunais e medidas protetivas”, explica Awad.
Questões não jurídicas que frequentemente surgem em casos de guarda compartilhada, como solicitações de pagamento de despesas extras, troca de convivência nos finais de semana e decisões sobre a educação das crianças, podem ser gerenciadas pelos pais por meio do aplicativo. “Podem, por exemplo, definir se matricularão ou não os filhos em um curso de inglês”.
Awad explica que o aplicativo possui uma série de recursos que facilitam a comunicação entre os pais, mesmo quando a relação está desgastada. Há, por exemplo, uma funcionalidade de agenda, pela qual o casal consegue acompanhar com quem a criança vai ficar em qualquer época do ano, evitando desentendimentos. Qualquer sugestão de alteração pode ser realizada dentro da plataforma.
O aplicativo funciona no modelo de pacotes de licenças, ou seja, os escritórios pagam de acordo com o volume de clientes que for utilizar o serviço. Para Dora, a plataforma de Os Nossos permite que os advogados aprimorem suas estratégias de marketing, oferecendo pacotes de assinaturas como um benefício para seus clientes e ganhando vantagem competitiva no mercado.
“Ao implementar o uso do aplicativo Os Nossos, os advogados podem reduzir as ligações dos clientes nos fins de semana, feriados e férias, liberando seu próprio tempo e proporcionando aos clientes maior independência. A ferramenta não apenas simplifica o processo de coparentalidade, mas também promove um ambiente harmonioso para as crianças envolvidas”, ressalta Awad.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
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Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

