Saúde
Empresas buscam acompanhamento psicológico para evitar burnout de colaboradores
Com aumento exponencial nos últimos anos, a Síndrome do Burnout já afeta 18% dos trabalhadores brasileiros, segundo estudo da USP
O bem-estar dos colaboradores tem se tornado uma preocupação crescente para as empresas em todo o mundo. Com a ascensão do trabalho remoto, a pandemia da COVID-19 e a intensificação das demandas profissionais, o risco de burnout – um estado de exaustão física e mental causado pelo esgotamento no trabalho – tem ocorrido com mais frequência entre os trabalhadores. Segundo pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo, 18% brasileiros já sofreram com burnout, e o número é maior ainda entre as pessoas com menos de 30 anos. Nesse contexto, cada vez mais organizações estão investindo em programas de acompanhamento psicológico para seus colaboradores, visando prevenir e tratar o burnout.
“O burnout é um problema complexo que pode afetar significativamente a saúde mental e emocional dos funcionários, além de diminuir sua produtividade e satisfação no trabalho”, afirma Josi Miranda, psicóloga e proprietária da Clínica Miranda Health. Com o objetivo de combater essa realidade preocupante, as empresas estão adotando uma abordagem proativa, implementando serviços de acompanhamento psicológico como parte de suas estratégias de gestão de talentos.
A Miranda Health atua diretamente nas empresas por meio de atividades em grupo, palestras e treinamentos comportamentais de longa duração voltados para a prevenção e promoção da saúde mental. Nos últimos anos, viu sua agenda de clientes corporativos crescer consideravelmente.
“A abordagem de acompanhamento psicológico nas empresas não apenas visa tratar o burnout quando ele já está presente, mas também se concentra na prevenção, por meio da promoção de uma cultura de autocuidado e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Além disso, as organizações estão incentivando a comunicação aberta e transparente, fornecendo recursos de bem-estar e promovendo práticas saudáveis de trabalho”, explica Miranda.
Segundo a especialista, o investimento em programas de acompanhamento psicológico pode ter um impacto significativo na redução do burnout, aumentando o engajamento dos colaboradores e melhorando o clima organizacional. À medida que mais empresas compreendem a importância do cuidado com a saúde mental no ambiente de trabalho, a demanda por esses serviços tem aumentado consideravelmente.
Uma pesquisa global da consultoria McKinsey revelou que ações mais estruturadas de apoio à saúde mental no ambiente de trabalho estão associadas a taxas maiores de retorno ao serviço depois de licenças relacionadas a estresse, ansiedade, burnout e outros problemas do tipo. Ainda de acordo com o estudo, as razões mais comuns para as companhias investirem em programas de saúde mental são: aumentar produtividade, elevar os níveis de satisfação das pessoas e atrair profissionais talentosos.
“Estamos vendo um crescente reconhecimento por parte das empresas de que a saúde mental dos colaboradores é essencial para o sucesso e o bem-estar geral da organização”, afirma a especialista. “O acompanhamento psicológico oferece uma abordagem eficiente para lidar com o burnout, ajudando os colaboradores a desenvolverem habilidades de resiliência, equilíbrio e autoconhecimento.”
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
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Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
destaque
Dr. Aurílio Luís se emociona com reconhecimento de paciente carioca
Cirurgião celebra mais um caso de sucesso do projeto “Asa Nasal de Divas”, que promove autoestima e empoderamento feminino
O nosso Doutor em Cirurgia pela USP “Dr. Aurílio Luís”, idealizador do projeto “Asa Nasal de Divas”, se emocionou nesta semana ao receber o depoimento de uma paciente carioca que realizou com ele o procedimento de correção da asa nasal. A paciente, afro-brasileira, compartilhou nas redes sociais sua felicidade com o resultado obtido em apenas 16 dias após a cirurgia.

“Estou muito satisfeita. A enfermeira elogiou muito o procedimento do doutor, disse que há muito tempo não via pontos tão bem feitos. Eu achava que não veria muito resultado, mas ficou perfeito e de acordo com meu rosto. Gratidão!”, relatou a paciente em áudio enviado ao profissional.
Dr. Aurílio, conhecido por sua trajetória de sucesso e pela proposta de valorizar os traços naturais de cada mulher, disse ter se sentido profundamente tocado pelo depoimento.
“Fiquei muito emocionado, não apenas pela postagem, mas pelo carinho e sinceridade da mensagem. É gratificante ver o impacto positivo que o projeto tem na autoestima e na vida das pessoas”, afirmou o cirurgião.
Reconhecido internacionalmente, Dr. Aurílio Luís vem ganhando destaque com o projeto “Asa Nasal de Divas”, que tem como objetivo empoderar mulheres negras, valorizando a beleza étnica e promovendo harmonia facial sem descaracterizar os traços originais. O projeto já está presente em diversas capitais do país e, segundo o médico, em breve terá expansão internacional.
Reconhecido nacional e internacionalmente, Dr. Aurílio Luís tem se destacado pelo projeto “Asa Nasal de Divas”, que tem como objetivo empoderar mulheres negras, valorizando a beleza étnica e promovendo harmonia facial sem descaracterizar os traços originais. O projeto já está presente em diversas capitais brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Curitiba e Maceió, e deve ganhar em breve expansão internacional.
Além de atender pacientes brasileiras, o médico também realiza procedimentos em pessoas que vêm do exterior especialmente para conhecer sua técnica — considerada uma das mais seguras e inovadoras da atualidade. Recentemente, ele concedeu entrevistas a veículos de Portugal, onde o método vem chamando a atenção do público e da imprensa especializada.
Encerrando a mensagem, Dr. Aurílio adiantou que está preparando uma grande novidade que promete revolucionar o mundo da estética.
“Vem algo muito especial por aí. Vamos aguardar ansiosos”, disse o médico.

