Negócios
Extractify cria acelerador de vendas por afiliação com técnica de raspagem de dados
Solução Filtrify permite escolha rápida dos melhores produtos nas plataformas Hotmart, Monetizze, Kiwify, Buygoods e ClickBank
A venda de produtos por afiliação está consolidada como uma das principais ferramentas de marketing digital, com a estimativa de ter movimentado cerca de US$ 1,5 bilhão ao redor do mundo em 2022. Apesar disso, a escolha do produto errado para investir nessa alternativa pode se transformar numa grande frustração e até mesmo em prejuízo. Para evitar que isto aconteça, a Extractify, startup especializada na extração e análise de dados que utiliza a inteligência artificial para gerar insights, acaba de lançar a solução Filtrify, ferramenta desenvolvida com base na técnica da raspagem de dados (Web Scraping) que usa algoritmos para analisar dados como concorrência, reembolsos e comissões, para fornecer aos afiliados as informações necessárias para a escolha rápida e eficaz das melhores mercadorias a serem vendidas.
O fundador da Extractify, Paulo Silva, explica que, na prática, a Filtrify coloca à disposição de todos os afiliados as técnicas e estratégias utilizadas pelos influenciadores de maior sucesso neste tipo de atividade. Para isso, ela aplica os parâmetros consolidados por estes profissionais na procura produtos com as características ideais nas principais plataformas de vendas de produtos digitais como Hotmart, Monetizze, Kiwify, Buygoods e ClickBank.
“Produtos com baixa taxa de reembolso, que já vendem bem, mas com baixa concorrência, que tenham bons preços e ainda com uma boa comissão costumam ser os mais bem sucedidos na afiliação. Mas encontrar opções que reúnam todas essas características consome muito tempo e exige conhecimento apurado. Ao utilizar a Filtrify, qualquer pessoa pode encontrar ofertas nestas condições de forma rápida e aproveitar o tempo economizado para as tarefas de geração de conteúdo e estratégias de atratividade para seu público”, afirma.
De acordo com ele, desde o lançamento da ferramenta, ainda em fase experimental há menos de um mês, a receptividade tem sido significativa com uma venda superior a 150 licenças. “Temos sido comparados ao Buscapé dos Afiliados e estamos partindo agora para a fase comercial do lançamento do produto. Nesta etapa, uma das principais estratégias é a ampliação da abrangência de uso da solução. Para isso, estamos semanalmente integrando novas plataformas à rede de atuação”, conclui.
O afiliado profissional Bruno Kennedy (@eu_bruno_kennedy), um dos primeiros usuários da Filtrify, ressaltou aspectos como a economia de tempo na escolha dos produtos. “Antes eu ficava horas na rede de produtos da Hotmart buscando produtos interessantes para me afiliar. Com a ferramenta, além desse processo ter se tornado mais rápido eu também encontrei produtos mais assertivos para a venda”, disse.
Kennedy chamou a atenção ainda para a questão da filtragem por valor da comissão. “A Filtrify me permite fazer uma escolha determinando o mínimo de comissão que posso receber de forma que eu não tenha prejuízo no investimento que preciso fazer em exposição no Google. O Hotmart, por exemplo, não me permite fazer essa filtragem. Com todas essas vantagens foi possível acumular R$ 11 mil em vendas nos últimos 30 dias e a ferramenta foi um grande facilitador para alcançar este resultado”, disse.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.
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