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Instituto Veritá acerta 90% dos resultados das urnas no 1º turno e já trabalha em pesquisas para o 2º turno das eleições 2022

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Em mais de 100 pesquisas realizadas nos 26 estados e no Distrito Federal, as previsões só não se confirmaram em três unidades federativas

Com 27 anos de história, o Instituto Veritá, com sede em Uberlândia-MG, realizou mais de 100 pesquisas no 1º turno das eleições 2022. Foram aproximadamente 170 mil entrevistados nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Além das pesquisas de intenções de votos para presidente da República, o Instituto também fez previsões para governadores e senadores e deputados e acertou mais de 90% dos resultados oficiais.

Diferente de outros institutos brasileiros, com renome nacional, que apresentaram pesquisas com grandes diferenças dos índices entre os candidatos, especialmente os presidenciáveis, o Instituto Veritá cravou muitos resultados. Nas cinco pesquisas realizadas para presidente da República, entre agosto e outubro, o acompanhamento do cenário permitiu a constatação de um segundo turno, o que acabou se confirmando após as apurações no dia 2 de outubro.

Segundo o diretor do Instituto Veritá, Adriano Silvoni, na última pesquisa de intenção de votos realizada no dia 1º de outubro, com a campanha em nível nacional sobre o voto útil, verificou-se uma migração dos votos da esquerda para o candidato Lula. Nas previsões, Bolsonaro aparecia com 44,10% das intenções de votos e Lula com 42,8%. O resultado final foi 43,20% para Bolsonaro e 48,4% para Lula. Os outros candidatos somavam 13,10% e no resultado final deu 8,4%.

Adriano Silvoni destaca o compromisso e a ética do Veritá, sempre prezando por fazer um trabalho voltado para o povo, sem ligações com a grande mídia ou para atender interesses próprios e de terceiros. Por isso, ele adianta que já se prepara para fazer as pesquisas de intenção de votos para o 2º turno para presidente da República, em nível nacional, e também para governador nos 12 estados que não elegeram seus representantes no dia 2 e terão que voltar às urnas em 30 de outubro.

Estados

Nas pesquisas de intenção de votos para governador nas 27 unidades federativas do Brasil, o Instituto Veritá não acertou o resultado em três estados. Na Bahia, não acertou o primeiro colocado ao cargo. Porém, as pesquisas mostravam a queda do candidato ACM Neto e a ascensão do candidato Jerônimo, que ganhou a disputa.

Em Rondônia, os percentuais ficaram dentro da margem de erro. Marcos Rogério tinha 36,9% e o Coronel Marcos Rocha, 36,4%. Os resultados oficiais foram 37,5% para Marcos Rogério e 38,88% para o Coronel Marcos Rocha.

No Piauí foram feitas duas pesquisas e ambas mostravam empate técnico entre o primeiro e segundo colocados, Silvio Mendes e Rafael Fonteles. Porém, os votos dos candidatos que ocupavam a terceira e quarta posição não foram contabilizados nas urnas e isso explica a votação maior de um candidato divergindo da pesquisa que não só estavam empatados, mas havia trocas de posições entre uma e outra pesquisa.

Senado

Para as 27 cadeiras do Senado, apenas cinco: Amazonas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pará e Sergipe tiveram mudanças de posições, de acordo com as pesquisas eleitorais realizadas pelo Instituto Veritá. Mas, em todos estes estados foram constatadas as movimentações de queda e ascensão entre um candidato e outro.

CPI dos Institutos

Em relação a discussão no Congresso e Senado sobre a instalação da CPI dos Institutos de Pesquisa, o diretor do Veritá, Adriano Silvoni, disse ser a favor e ressalta que o compromisso e a ética que pautam o trabalho realizado pela empresa garantem os resultados conquistados ao longo dos 27 anos de atuação. “Houve uma avalanche de novos institutos e empresas abertas no segmento de pesquisa nestas eleições, sem qualquer critério estatístico. Vimos muitas pesquisas divulgadas com índices absurdos em relação ao que realmente foi apurado nas urnas. O Instituto Veritá trabalha pensando no eleitor, sem vínculo com a grande mídia ou focado em interesses próprios ou de terceiros”, ressaltou.

Conheça mais do Instituto Veritá:

Site: https://www.institutoverita.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/institutoverita/

Facebook: https://www.facebook.com/institutoverita

Whatsapp: (34) 99818-2777

Endereço: R. Felisberto Carrejo, 1002 – Tabajaras, Uberlândia – MG, 38400-204

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Celebridades

Bolsonarismo no Brasil: Movimento Político Continua Influenciando o Cenário Nacional.

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O bolsonarismo consolidou-se como um dos fenômenos políticos mais relevantes da história recente do Brasil. Surgido a partir da liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro, o movimento ultrapassou a figura de seu principal representante e passou a influenciar debates políticos, sociais e culturais em diversas regiões do país.

Origem e Crescimento

O fortalecimento do bolsonarismo ocorreu principalmente durante as eleições de 2018, em um contexto marcado por insatisfação popular com a classe política tradicional, preocupações com segurança pública, combate à corrupção e debates sobre os rumos econômicos do país. A vitória de Bolsonaro representou uma mudança significativa no cenário político brasileiro, impulsionando pautas conservadoras e liberais na economia.

Durante seu mandato, entre 2019 e 2022, o governo promoveu discussões sobre redução do tamanho do Estado, flexibilização de regras para posse de armas, fortalecimento das forças de segurança e reformas econômicas. Ao mesmo tempo, enfrentou críticas relacionadas à condução de políticas ambientais, gestão da pandemia de COVID-19 e conflitos institucionais.

Base de Apoio

Analistas políticos apontam que o bolsonarismo reúne diferentes segmentos da sociedade, incluindo empresários, produtores rurais, grupos conservadores, religiosos e cidadãos que defendem maior rigor no combate à criminalidade e à corrupção.

Mesmo após o término do mandato presidencial, o movimento manteve forte presença nas redes sociais e continua influenciando eleições municipais, estaduais e nacionais. Diversos políticos identificados com essa corrente foram eleitos para cargos legislativos e executivos em diferentes regiões do país.

Críticas e Controvérsias

O bolsonarismo também é alvo de críticas de setores da oposição e de especialistas que apontam riscos de polarização política e tensões institucionais. Debates sobre liberdade de expressão, funcionamento das instituições democráticas e disseminação de informações nas redes sociais permanecem no centro das discussões envolvendo o movimento.

Para seus apoiadores, o bolsonarismo representa a defesa de valores conservadores, patriotismo e maior participação popular na política. Já seus críticos afirmam que determinadas posturas do movimento podem contribuir para o aumento da polarização e dificultar o diálogo entre diferentes correntes ideológicas.

Perspectivas Futuras

Especialistas avaliam que o bolsonarismo deverá continuar sendo uma força relevante na política brasileira nos próximos anos, independentemente da participação direta de Bolsonaro em futuras disputas eleitorais. O movimento já influenciou a formação de novas lideranças e consolidou uma base eleitoral significativa em diversas regiões do país.

O futuro do bolsonarismo dependerá de fatores como o desempenho de seus representantes políticos, a evolução do cenário econômico nacional e a capacidade de mobilização de seus apoiadores diante dos desafios e transformações da sociedade brasileira.

Palavras-chave: Política, Brasil, Bolsonarismo, Conservadorismo, Eleições, Democracia, Atualidade.

 

 

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Ciência

Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.

A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…

Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.

Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.

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Cultura

O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.

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Por Redação

Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.

Um Partido Ainda Relevante

Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.

Os Desafios da Renovação

Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.

Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.

Críticas e Desgaste

O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.

A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.

O Partido Está Chegando ao Fim?

A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.

Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.

Conclusão

Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.

FONTE:  Volnei Barboza

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