Cultura
Lista completa dos deputados estaduais eleitos em 2022 no Paraná.
Lista completa dos deputados estaduais eleitos em 2022 no Paraná.
Alexandre Curi (PSD): 3,89% (236.926)
Marcio Nunes (PSD): 2,07% (126.006)
Professor Lemos (PT): 1,97% (119.915)
Traiano (PSD): 1,92% (116.810)
Tiago Amaral (PSD): 1,85% (112.731)
Romanelli (PSD): 1,66% (101.175)
Hussein Bakri (PSD): 1,61% (97.681)
Requião Filho (PT): 1,41% (85.674)
Arilson Chiorato (PT): 1,26% (76.787)
Ney Leprevost (UNIÃO BRASIL): 1,26% (76.526)
Secretária Márcia (PSD): 1,24% (75.659)
Marcel Micheletto (PL): 1,21% (73.655)
Mabel Canto (PSDB): 1,15% (70.215)
Ricardo Arruda (PL): 1,13% (68.731)
Artagão Júnior (PSD): 1,07% (65.195)
Cobra Repórter (PSD): 1,00% (60.729)
Delegado Tito Barichello (UNIÃO BRASIL): 0,97% (58.766)
Luiz Fernando Guerra (UNIÃO BRASIL): 0,96% (58.393)
Renato Freitas (PT): 0,95% (57.880)
Delegado Jacovós (PL): 0,95% (57.587)
Paulo Gomes Da TV (PP): 0,91% (55.301)
Gilson De Souza (PL): 0,90% (54.974)
Do Carmo (UNIÃO BRASIL): 0,87% (53.229)
Maria Victoria (PP): 0,87% (52.817)
Alexandre Amaro (REPUBLICANOS): 0,86% (52.193)
Ana Júlia (PT): 0,85% (51.845)
Gilberto Ribeiro (PL): 0,85% (51.749)
Thiago Bührer (UNIÃO BRASIL): 0,84% (50.948)
Anibelli Neto (MDB): 0,81% (49.545)
Batatinha (MDB): 0,78% (47.310)
Luciana Rafagnin (PT): 0,77% (46.823)
Goura (PDT): 0,76% (46.227)
Cantora Mara Lima (REPUBLICANOS): 0,76% (46.009)
Cristina Silvestri (PSDB): 0,74% (45.202)
Gugu Bueno (PSD): 0,74% (44.852)
Mauro Moraes (UNIÃO BRASIL): 0,73% (44.126)
Douglas Fabricio (CIDADANIA): 0,71% (43.428)
Marcelo Rangel (PSD): 0,69% (42.002)
Flavia Francischini (UNIÃO BRASIL): 0,69% (41.757)
Moacyr Fadel (PSD): 0,68% (41.588) – candidatura sub judice (Cloara Pinheiro assume a vaga)
Marli Paulino (SOLIDARIEDADE): 0,68% (41.262)
Alisson Wandscheer (PROS): 0,67% (41.052)
Adao Fernandes Litro (PSD): 0,62% (38.020)
Tercilio Turini (PSD): 0,62% (37.704)
Marcio Pacheco (REPUBLICANOS): 0,60% (36.423)
Dr. Antenor (PT): 0,60% (36.387)
Soldado Adriano José (PP): 0,60% (36.209)
Evandro Araujo (PSD): 0,58% (35.432)
Fabio Oliveira (PODEMOS): 0,57% (34.640)
Denian Couto (PODEMOS): 0,49% (30.071)
Matheus Vermelho (PP): 0,48% (29.484)
Samuel Dantas (PROS): 0,48% (29.322)
César Mello (PP): 0,47% (28.481)
Luis Corti (PSB): 0,44% (26.884)
FONTE: TSE
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Ciência
Sergio Moro esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
A pesquisa perguntou aos entrevistados em quem eles votariam caso as eleições para governador fossem hoje. Uma lista com alguns nomes foi apresentada.
A Pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (27), revelou que 30% dos entrevistados votariam em Sergio Moro (União) para governador caso as eleições para o cargo acontecessem hoje. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Em segundo lugar vem Rafael Greca (PSD), com 18% das respostas. Em seguida, Cristina Graeml (Podemos), com 10%…
Além disso, 67% dos entrevistados afirmaram que o atual governador Ratinho Junior merece eleger um sucessor. 23% disseram que não merece e 10% não soube ou não respondeu à pergunta.
Sergio Moro, portanto esta na liderança para ser o próximo governador do paraná.
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza

