Negócios
Top Gain: maior plataforma educacional sobre o mercado financeiro será lançada na B3
Em nova fase, empresa foca na imersão de investidores e entusiastas do segmento
Projeto apresenta quatro opções de planos, sendo um totalmente gratuito, e sistema de troca de pontos por benefícios exclusivos
A startup Top Gain lança, no dia 9 de agosto, sua nova plataforma de educação sobre finanças e investimentos. O projeto será apresentado durante o evento “A nova era do mercado financeiro”, marcado para às 19h, na sede da B3, em São Paulo. A empresa acredita que esta será a maior rede de conteúdos educacionais do segmento no Brasil, com abordagem multidisciplinar distribuídas em 05 grandes temáticas: Introdução ao Mercado Financeiro, Análise Técnica; Mercados Internacionais; Criptomoedas; e Tape Reading. Além de planos pagos, haverá uma série de materiais e conteúdos gratuitos para iniciantes.
“Podemos definir a Top Gain, nesta nova fase, como uma plataforma com programas educacionais e de análises ao vivo, além de cursos, imersões e treinamentos. Queremos não apenas incentivar e instruir a entrada de novatos ao mercado financeiro, mas principalmente oferecer, a esses e aos mais experientes entusiastas, o alcance do mais alto patamar de conhecimento em operações financeiras. Os conteúdos tratam das temáticas relacionadas a tesouro direto, renda fixa, fundos de investimento, reserva de valor, diversificação de carteira, além de outros”, afirma Alison Correia, fundador da Top Gain.
De acordo com Correia, a nova plataforma é o ponto de partida para que a empresa se consolide no modelo digitalizado de educação voltada ao mercado financeiro, atuando como um marketplace de conteúdos temáticos e trilhas direcionadas ao segmento B2C e B2B, oferecendo uma experiência mais ampla de aprendizado ao aluno, que poderá acessar as aulas por meio smartphone, desktop, tablet, laptop e TV.
“O foco é sair do trading operacional e oferecer conteúdos em diversos níveis e formatos, como vídeo-aulas, e-books, documentários e outros materiais de apoio. Com esse projeto colocamos em prática outro desejo antigo que é usar a gamificação para nos aproximar de quem acredita no nosso serviço. Conforme você interage com a plataforma, ganha pontos que podem ser trocados por benefícios”, explica.
Produzidos originalmente pelos analistas e especialistas da empresa, os produtos digitais são gravados e ficam disponíveis na plataforma, totalizando dezenas de cursos e módulos independentes, específicos para cada perfil de usuário. As imersões presenciais são customizadas e produzidas no formato de eventos presenciais, com duração de uma semana, e possibilitam a troca de experiências entre alunos e a interação direta com a equipe da Top Gain. O formato de imersão visa acelerar o aprendizado sobre as técnicas operacionais mais difundidas, como Análise Técnica e Tape Reading, e dá acesso à calls de mercados internacionais, relatórios de renda fixa e grupo de estudos.
Os planos pagos variam de R$9,90/mês até R$1.997,00/ano. O nível Planejador, por exemplo, custa R$29,90/mês e permite assistir a 69 aulas gravadas e 4 salas de estudos noturnos. Ao todo, serão 32 aulas ao vivo, de segunda à quinta das 19h às 20h, durante 2 meses. Serão abordados os seguintes temas: ferramentas (segunda), educacional (terça), gerenciamento de risco (quarta), além de treinos e demonstrações (às quintas-feiras).
Fundada em 2020, a Top Gain se tornou a principal fonte de conteúdo sobre o mercado financeiro, com um movimentado canal no YouTube e, neste ano, chegou à programação do SBT com o quadro “Ex-Endividado”, que vai ao ar semanalmente no programa VTV da Gente.
Alison Correia garante que, mesmo com maior profundidade de conhecimento, a nova plataforma irá manter uma comunicação descomplicada, adotada desde os primórdios da empresa. “Nosso DNA já carrega a abordagem do mercado financeiro com um linguajar simples e, ao mesmo tempo, totalmente disruptivo. Nossa missão é popularizar o entendimento de assuntos tidos como complexos para muitas pessoas que, cada vez mais, desejam ganhar dinheiro de forma segura”, diz.
Cultura
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
“O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição”
Cultura
O Fim do PT? Especialistas Avaliam os Desafios e o Futuro do Partido dos Trabalhadores.
Por Redação
Ao longo de mais de quatro décadas de história, o Partido dos Trabalhadores (PT) tornou-se uma das principais forças políticas do Brasil. Fundado em 1980, o partido protagonizou importantes momentos da política nacional, incluindo a eleição de presidentes da República e a implementação de programas sociais que marcaram diferentes gerações. No entanto, diante das mudanças no cenário político e da crescente polarização do país, surgem questionamentos sobre o futuro da legenda.
Um Partido Ainda Relevante
Apesar das críticas e desafios enfrentados nos últimos anos, o PT continua sendo uma das maiores organizações políticas do Brasil. O partido mantém presença nacional, possui representantes no Congresso Nacional, governos estaduais, prefeituras e uma base histórica de apoio entre trabalhadores, movimentos sociais e setores da população beneficiados por políticas públicas implementadas em gestões petistas.
A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para um novo mandato presidencial demonstrou que a sigla ainda possui significativa capacidade de mobilização eleitoral e influência política.
Os Desafios da Renovação
Entre os principais desafios apontados por analistas está a necessidade de renovação de lideranças. O PT continua fortemente associado à figura de Lula, considerado o principal líder do partido desde sua fundação. A construção de novas lideranças nacionais é vista por muitos especialistas como fundamental para a continuidade da legenda nas próximas décadas.
Além disso, o partido enfrenta o desafio de dialogar com novas gerações de eleitores, que possuem demandas e visões políticas diferentes das que marcaram a fundação da sigla.
Críticas e Desgaste
O PT também carrega o impacto de crises políticas e escândalos de corrupção que atingiram o partido ao longo dos anos. Embora muitos de seus apoiadores argumentem que houve excessos em determinadas investigações e decisões judiciais, os episódios contribuíram para o desgaste da imagem da legenda junto a parte do eleitorado.
A ascensão de movimentos conservadores e de direita nos últimos anos também alterou o equilíbrio político nacional, reduzindo a hegemonia que o partido exerceu em determinados períodos.
O Partido Está Chegando ao Fim?
A maioria dos cientistas políticos considera improvável afirmar que o PT esteja próximo do fim. Historicamente, grandes partidos passam por ciclos de crescimento, desgaste, renovação e recuperação. O PT continua sendo uma das legendas mais estruturadas do país e mantém forte influência na política nacional.
Entretanto, especialistas apontam que sua capacidade de adaptação às mudanças sociais, econômicas e tecnológicas será decisiva para definir seu papel no futuro.
Conclusão
Mais do que discutir o “fim do PT”, o debate político atual gira em torno da transformação dos partidos tradicionais diante de uma sociedade cada vez mais conectada, polarizada e exigente. O futuro da legenda dependerá de sua capacidade de renovação, de apresentar respostas aos desafios do país e de manter sua relevância junto ao eleitorado brasileiro.
FONTE: Volnei Barboza
Cultura
Anestia JÁ.
A tramitação do projeto de lei.
Nessa quarta-feira (17/9), a urgência para votação do PL da Anistia foi aprovada com 311 votos, dando celeridade à apreciação pelo plenário da Câmara. O texto final, contudo, ainda será discutido.
Marcelo Crivella (Republicanos) defendeu, nesta quinta-feira (18/9), que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja contemplado com redução da pena e cumpra 2 anos em prisão domiciliar. A medida contrasta com a condenação de 27 anos imposta ao ex-mandatário pelo STF.
Condenar um homem de 70 anos a 27 de prisão é uma pena de morte.
Questionou Marcelo Crivella em entrevista à coluna. O parlamentar disse ser favorável a uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que inocentasse Bolsonaro e outros condenados, mas que essa possibilidade é inviável por ser rejeitada por lideranças do centrão.
O autor do PL da Anistia prosseguiu: “É [uma sentença] educativa, as pessoas nunca esqueceriam essa experiência terrível. Serve de exemplo para todos políticos e a coletividade. Mas fica nisso. Não é algo que traria angústia e aflição.
Protocolado em 2023, o texto de Crivella foi, inicialmente, apelidade de “anistia light” por abarcar apenas manifestantes que se envolveram nos atos de 8 de Janeiro e não depredaram patrimônio público nem atacaram policiais. Após a condenação de Bolsonaro e de aliados do ex-presidente, o texto ganhou uma nova discussão na Câmara…
BRASIL DAS INJUSTIÇAS… E O POVO PAGA A CONTA.

